
Luka Modric deixou o estádio Sánchez Pizjuán, em Sevilha, com as duas filhas nesta terça-feira, 29 de setembro de 2026, horas depois do jogo entre Espanha e Croácia, e respondeu apenas “Ojalá” quando um repórter perguntou se a mais velha, Ema, ia tomar seu posto de lenda, segundo o jornal espanhol Marca. Ema, nascida em 2013, estreou nesta temporada na base do futebol feminino do Real Madrid, depois de uma passagem pelo Milan, clube do pai.
Ema teve o primeiro contato com o futebol na cantera do Real Madrid Club de Fútbol Femenino, onde ficou de 2019 a 2025, segundo o Marca. Ela nasceu em 2013, quando o time comandado pelo pai começava uma sequência histórica de títulos europeus, de acordo com a reportagem. Quando a carreira de Luka a levou para o Milan, Ema chegou a defender as cores do clube italiano na temporada passada. De volta a Madri neste verão, ela se juntou ao cadete comandado por Héctor Bueno, no qual atua como meio-campista. Segundo o Marca, desde que aprendeu a andar Ema já era vista comemorando títulos ao lado do pai e chutando bola, um sinal precoce da posição que escolheria em campo.
Ema não é a única com sobrenome de peso na Ciudad Real Madrid, centro de treinamento do clube. No juvenil, joga [María González](/atleta/maria-gonzalez), filha do ex-atacante Raúl González. No Real Madrid B, atua como atacante Bibiana Casquero, filha do ex-jogador Javier Casquero, segundo o Marca. Na cena relatada pelo jornal, Ema sorriu de forma discreta e tímida enquanto o pai, aos 41 anos e ainda em atividade pelo Milan nesta temporada, respondia à brincadeira sobre o futuro da filha mais velha.
Para a base feminina do Real Madrid, a chegada de Ema reforça uma geração de herdeiras de ex-jogadores que já reúne María González e Bibiana Casquero. Para a família Modric, a temporada marca o retorno da adolescente ao clube onde ela deu os primeiros passos no futebol, depois do intervalo em que acompanhou o pai ao Milan.
É a filha mais velha do meio-campista croata Luka Modric, nascida em 2013 e hoje jogadora da base do futebol feminino do Real Madrid.
Porque a carreira do pai, que atua no clube italiano, levou a família para lá, e Ema defendeu a equipe na temporada passada.
Quando um repórter perguntou se Ema tomaria seu posto de lenda, ele respondeu apenas “Ojalá”.