https://www.instagram.com/p/DeqKGjFFktG/
A atacante brasileira Geyse, do América, tenta marcar no clássico contra o Guadalajara e chegar à décima quarta partida consecutiva com gol no Apertura do futebol feminino do México, como informou a agência EFE nesta quarta-feira, 4 de novembro de 2026. O jogo, no estádio do Guadalajara, é o último das duas equipes na fase regular.
Geyse chega ao clássico como a referência do ataque do América, que já garantiu o primeiro lugar do grupo B e está classificado para as quartas de final.
O time do técnico Ángel Villacampa soma 11 vitórias, um empate e uma derrota, com 34 pontos. Em 13 partidas, as Águilas marcaram 60 gols.
A EFE atribui o número a dois fatores. O primeiro é o ataque comandado por Geyse. O segundo é o nível baixo de parte das adversárias: o Necaxa sofreu 53 gols no campeonato, o Puebla, 44, e o Querétaro, 31.
Com a liderança do grupo assegurada, o clássico não mexe na posição do América. A sequência de Geyse vira, assim, o principal assunto do jogo para o lado azulcrema.
O Guadalajara recebe o clássico com a goleadora Alicia Cervantes e quer impor o seu jogo em casa. Segundo a EFE, o resultado não tira o time da segunda colocação do grupo.
Ou seja: nenhuma das duas equipes decide a classificação no clássico. O duelo vale pela rivalidade e pela marca que a brasileira persegue.
A venezuelana Enyer Higuera, do San Luis, tem 14 gols, sete a menos que Geyse. Ela entra na última rodada com outra preocupação: o San Luis, com 19 pontos, disputa uma das duas últimas vagas nas quartas de final com Pumas, Pachuca e Atlas, e deixou escapar a classificação ao perder por 1 a 0 para o León dois dias antes da publicação da EFE.
O Pachuca tem outra goleadora em campo, Charlyn Corral, eleita oito dias antes da publicação da EFE como a melhor atacante do mundo. O time recebe o Puebla e, se vencer, garante a vaga.
Se marcar no clássico, Geyse estende para 14 partidas seguidas a sequência de gols no Apertura e chega ao mata-mata como a principal arma do time que já garantiu a liderança do grupo B. Para a torcedora brasileira, é mais uma marca de uma jogadora do Brasil que comanda o ataque do América no México.
Contra o Guadalajara, no estádio da adversária, no último jogo do América na fase regular do Apertura.
Sete. A venezuelana, do San Luis, tem 14 gols, sete a menos que a brasileira.
Sim. O time de Ángel Villacampa garantiu o primeiro lugar do grupo B e a vaga nas quartas de final.