Redação GINGA36

Nova geração da Inglaterra espera vez na WSL

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A Women's Super League (WSL), considerada a melhor liga de futebol feminino do mundo, deu à própria base inglesa a menor fatia de minutos entre as cinco maiores ligas da Europa e a NWSL dos Estados Unidos, segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira, 3 de setembro de 2026 pelo Goal.com. Na temporada 2025-26, jogadoras formadas em casa nascidas em 2005 ou depois receberam menos de 3% dos minutos da WSL, a menor fatia do grupo: as demais ligas tiveram taxa ao menos duas vezes maior, com a Frauen-Bundesliga alemã à frente, com 12%. Do pouco tempo dado a essas jovens na liga inglesa, 64% foi para jogadoras estrangeiras.

O padrão se repete até os 23 anos: nenhuma liga do levantamento destinou fatia menor de minutos a essa faixa do que a WSL, de novo com a maior parte para estrangeiras. Na temporada passada, apenas 42 jogadoras da base com até 23 anos atuaram na liga inglesa, contra 125 na Espanha, 104 na Alemanha e 91 na França.

Parte da explicação está no prestígio da própria WSL, que neste mercado de verão atraiu estrelas como a espanhola Alexia Putellas. “A liga deu um passo à frente nos últimos três anos, a exigência é muito maior agora”, disse o técnico do Tottenham, Martin Ho. Para abrir espaço à base, a Federação Inglesa (FA) passou a oferecer contratos de academia, com treino e jogo em tempo integral, e anunciou em agosto que quatro equipes de base vão disputar a terceira divisão a partir de 2027-28.

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