
A 52ª e última partida da Copa do Mundo Feminina Sub-17 da FIFA Marrocos 2026™ está quase chegando, e Japão e Nigéria se preparam para disputar a coroa. É o primeiro encontro entre as duas seleções no torneio Sub-17 e a primeira vez que esses países se enfrentam em uma final mundial.
O Japão foi implacavelmente eficiente rumo à sua quarta final Sub-17. A potência da AFC foi a única seleção a vencer todos os jogos da fase de grupos sem sofrer gols e, embora tenha saído atrás do Quênia nas oitavas de final, a equipe de Sadayoshi Shirai se recuperou e venceu por 3 a 1. Uma vitória apertada sobre Gana levou o time à semifinal, em que a RPD da Coreia dominou longos trechos e vencia até os minutos finais, antes que um gol contra no fim abrisse caminho para uma vitória dramática nos pênaltis.
A campanha da Nigéria não começou bem: a equipe perdeu por 2 a 1 para a Polônia na estreia. Uma vitória apertada sobre Porto Rico, em que a seleção ficou devendo à goleira Jane Ijirigho, não teria feito muita gente enxergar as Flamingos como futuras finalistas, mas a vitória por 3 a 1 sobre a RPD da Coreia, campeã das duas últimas edições, sacudiu o torneio e mudou o roteiro. Elas aproveitaram o embalo e venceram México, Venezuela e Brasil para garantir vaga na primeira decisão de sua história.
Mei Hanashiro marcou quatro gols e deu uma assistência nesta Copa e divide a artilharia do Japão. A atacante tem velocidade, força e é fria diante do gol.
A veloz ponta nigeriana Queen Joseph impressionou na aventura da equipe no Marrocos. Sua melhor atuação até aqui foi na semifinal, em que marcou um gol e deu uma assistência na vitória sobre o Brasil.
A decisão será a 50ª partida do Japão na Copa do Mundo Feminina Sub-17. Só a RPD da Coreia, que fará sua 51ª na disputa do terceiro lugar contra o Brasil, jogou mais.
A Nigéria é a primeira seleção africana a chegar a uma final da Copa do Mundo Feminina Sub-17.
Sadayoshi Shirai vai se tornar o técnico com mais jogos na história do torneio. Será sua 16ª partida, superando o antigo recordista, Kenneth Szeremeta.
Se vencer, a Nigéria será a primeira seleção a perder a estreia e depois levantar o troféu.
“Não queremos parar aqui. Vamos continuar seguindo em frente, nos preparar da melhor forma possível para a final e dar tudo o que temos para nos tornarmos campeãs mundiais.” Sadayoshi Shirai, técnico do Japão
“Conseguimos superar barreiras que nos seguravam havia tanto tempo, um passo de cada vez, e isso nos deu muita confiança. Agora só falta vencer mais uma partida, e estamos determinadas a fazer história.” Honoka Yotsumoto, capitã do Japão
“É só uma questão de mostrar o mesmo caráter e jogar do mesmo jeito que jogamos contra a Coreia do Norte, porque elas jogam com a mesma filosofia. Elas querem construir com a bola, buscam a linha alta de passes, querem que as laterais apoiem, então queremos mesmo observar tudo isso. Estou animado e estou feliz, mas o que queremos mesmo é levantar o troféu. Isso seria a cereja do bolo.” Akeem Busari, técnico da Nigéria
“Estou muito feliz. Jogar a final é um grande privilégio, representar meu país na final é um grande privilégio para mim. Tenho muito orgulho de mim mesma e do meu time, porque fizemos história. Não estamos aqui representando só a Nigéria; estamos aqui representando a África como um todo.” Queen Joseph, atacante da Nigéria
A decisão da Copa do Mundo Feminina Sub-17 da FIFA põe Japão e Nigéria frente a frente pela primeira vez em uma final mundial. As Flamingos já são a primeira seleção africana a chegar a uma final do torneio e, se vencerem, serão a primeira seleção a perder a estreia e depois levantar o troféu. Do lado japonês, Sadayoshi Shirai chega à 16ª partida e passa a ser o técnico com mais jogos na história da competição.
Não. É o primeiro encontro entre as duas seleções no torneio e a primeira vez que os dois países se enfrentam em uma final mundial.
Depois da derrota por 2 a 1 para a Polônia, a Nigéria venceu Porto Rico e bateu por 3 a 1 a RPD da Coreia, campeã das duas últimas edições. Em seguida, passou por México, Venezuela e Brasil.
No Japão, a atacante Mei Hanashiro marcou quatro gols, deu uma assistência e divide a artilharia da equipe. Na Nigéria, a ponta Queen Joseph marcou um gol e deu uma assistência na vitória sobre o Brasil na semifinal.
Publicado originalmente pela FIFA em 04/11/2026: Japão e Nigéria se enfrentam em final histórica →