Redação GINGA36

Pernille Harder mira a Copa do Mundo Feminina 2027

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Pernille Harder, em 2017.
Foto: Granada / Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0

Pernille Harder é a maior artilheira da história da seleção dinamarquesa, entre homens e mulheres, com 85 gols em 173 jogos até 9 de junho de 2026, segundo a DBU, a federação dinamarquesa. O recorde veio em 16 de setembro de 2021, com o 66º gol, contra Malta, quando ela passou Merete Pedersen, informou a DR. Nascida em 15 de novembro de 1992, em Ikast, a atacante de 33 anos é capitã da Dinamarca e joga pelo Bayern de Munique desde julho de 2023. Em dezembro de 2025, foi eleita pela nona vez a melhor jogadora do futebol dinamarquês no prêmio Årets Fodboldspiller, a segunda seguida.

Pela seleção, estreou em 24 de outubro de 2009, aos 16 anos, contra a Geórgia, segundo a enciclopédia Lex. Nos clubes, passou pelo IK Skovbakken, da Dinamarca, de 2010 a 2012, pelo Linköpings FC, da Suécia, de 2012 a 2016, pelo VfL Wolfsburg, da Alemanha, de 2017 a 2020, e pelo Chelsea, da Inglaterra, de 2020 a 2023, antes de chegar ao Bayern.

Ela foi eleita a melhor jogadora da Europa pela UEFA duas vezes, nas temporadas 2017-18 e 2019-20, e foi a primeira a ganhar o prêmio em duas ocasiões, segundo a UEFA.com. Na Liga dos Campeões 2025-26, marcou oito gols pelo Bayern: cinco na fase de liga, dois no jogo de ida das quartas contra o Manchester United e um na semifinal contra o Barcelona, segundo a UEFA.

Durante a Eurocopa de 2025, em declarações à agência dinamarquesa Ritzau reproduzidas pelo TribalFootball, Harder disse que nunca reivindicou ganhar o mesmo que Cristiano Ronaldo ou Messi, porque isso nunca vai acontecer, e que o objetivo é ter as mesmas condições e a mesma prioridade dentro dos clubes. Ela defendeu, no entanto, um salário que permita guardar dinheiro e não se preocupar com o futuro depois do fim da carreira.

A Dinamarca garantiu vaga direta na Copa do Mundo Feminina 2027 em 9 de junho de 2026, ao vencer a Sérvia por 4 a 1, jogo em que Harder converteu um pênalti no primeiro tempo, segundo a UEFA.com. Capitã da seleção desde 2016, ela chega ao Mundial no Brasil como a maior goleadora da história do país.

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