
A Noruega já fez história na Copa do Mundo Feminina Sub-17 da FIFA Marrocos 2026™, ao vencer sua primeira partida nesta competição por 3 a 0 sobre Gana, vitória marcada por um trio de gols excelentes.
A vitória aconteceu sob o olhar atento de um ícone nacional: Hege Riise. Campeã da Copa do Mundo Feminina da FIFA™, medalhista de ouro olímpica e ex-técnica da seleção principal, ela é diretora técnica da Federação Norueguesa de Futebol desde 2023 e viajou com a equipe para a sua segunda participação em um Mundial.
Antes do confronto decisivo da Noruega com o Brasil pelo Grupo C, Riise, de 56 anos, conversou com a FIFA sobre a sua experiência no Marrocos, a campanha da equipe até aqui e as seleções que mais chamaram a sua atenção na fase de grupos.
Hege Riise: É a segunda vez que a Noruega se classifica, então eu também estive aqui no ano passado. As instalações e tudo aqui são de outro nível. Para quem vem da Noruega com neve, tem muito sol. O tempo tem estado lindo, com jogos bons de assistir, dá para ir a pé ver todos os jogos, então tem sido muito bom.
Estamos bem contentes. É uma equipe forte, com união. Todas as meninas chegaram se sentindo fortes. Não tínhamos certeza sobre Gana e sobre o nível [delas], mas conseguimos ser físicas e marcamos três gols fantásticos. Então, sim, foi um bom começo.
Sabemos que o Brasil é uma equipe forte. Já vimos todos os jogos delas, e elas têm algumas jogadoras de qualidade. Esperamos conseguir ser um pouco mais organizadas, igualar a força física delas e, quem sabe, no contra-ataque, marcar alguns gols bonitos.
Não vi todos os jogos dos Estados Unidos, mas elas parecem fortes. Acho que o Brasil também tem sido bem forte. Vi a Coreia [do Norte] perder para a Nigéria, e não é sempre que elas perdem. Mas há tantas equipes com jogadoras de qualidade, mesmo nessa idade tão jovem, que estou animada com o futuro de muitas, muitas dessas jogadoras de muitos países.
Ah, eu teria adorado, só pela oportunidade [de jogar uma Copa do Mundo ainda adolescente]. A gente sempre precisa aprender. Quando você está crescendo, se você joga um torneio, aprende muito mais sobre o jogo e muito mais sobre si mesma nesses jogos, e também aprende sobre culturas diferentes. É incrível ter essa oportunidade, e ser boa o bastante para se classificar para uma Copa do Mundo é uma grande conquista para um país pequeno como a Noruega.
A vitória por 3 a 0 sobre Gana deu à Noruega a primeira vitória da sua história na Copa do Mundo Feminina Sub-17 da FIFA, na segunda participação do país no torneio. Depois da derrota apertada para o Canadá, a seleção norueguesa chega à última rodada do Grupo C, contra o Brasil, sabendo que uma vitória garante a classificação.
Campeã da Copa do Mundo Feminina da FIFA, medalhista de ouro olímpica e ex-técnica da seleção principal da Noruega, ela é diretora técnica da Federação Norueguesa de Futebol desde 2023.
Uma vitória na última partida do Grupo C garante a classificação. Riise espera uma equipe mais organizada, capaz de igualar a força física das brasileiras e de marcar gols no contra-ataque.
Os Estados Unidos e o Brasil, que ela considera fortes. Ela também destacou a derrota da Coreia do Norte para a Nigéria, porque não é comum as norte-coreanas perderem.
Publicado originalmente pela FIFA em 22/10/2026: Riise: eu teria adorado jogar uma Copa do Mundo Feminina Sub-17 →