A jornalista Suzanne Wrack, do Guardian, respondeu perguntas de leitores sobre o futebol feminino inglês em 4 de setembro de 2026, dia da abertura da temporada da WSL. Questionada se a cultura do futebol feminino consegue manter a proximidade com a torcida à medida que o esporte cresce, ela disse compartilhar o receio, mas se mostrou confiante de que existe vontade, dentro da WSL e entre as próprias jogadoras, de preservar esse vínculo.
“A forma como as jogadoras interagem com a torcida está tendo de evoluir com o aumento do público, mas há vontade generalizada em manter essa conexão”, disse Wrack.
Ela ponderou que o cenário pode mudar se as jogadoras ficarem mais isoladas com salários cada vez maiores, à medida que deixarem de precisar trabalhar ou estudar paralelamente à carreira. Ainda assim, apostou que há gente suficiente comprometida em preservar os melhores aspectos do futebol feminino das últimas décadas para evitar esse afastamento da torcida.