
A segunda rodada de partidas da Copa do Mundo Feminina Sub-17 da FIFA Marrocos 2026™ chegou ao fim, com seis seleções garantindo vaga na fase eliminatória. Confira algumas das jogadoras que se destacaram nos jogos.
A elétrica ponta Appiah foi peça fundamental no empate de 3 a 3 de Gana, com sua velocidade e seu drible incisivo sendo uma pedra constante no sapato do Brasil. A melhor prova disso veio quando a Melhor Jogadora da Partida passou em velocidade por Isa Rech e rolou para Prescilla Mensah empatar aos 85 minutos.
Uma atuação recordista de seis gols na vitória dos Estados Unidos por 17 a 0 sobre Samoa abriu a Copa do Mundo de DiMaria, e ela não ficou longe de repetir o feito contra o Quênia. A camisa 7 marcou dois gols com a bola rolando e dois de pênalti, mas impressionou igualmente sem a bola, pressionando sem parar a defesa queniana com sua energia inesgotável e suas infiltrações inteligentes.
A camisa 9 é a autora de todos os três gols da Albiceleste até aqui no torneio, e seus dois gols contra a Nova Zelândia selaram a primeira vitória do país numa fase final Sub-17. O primeiro saiu de uma cabeçada imponente no segundo pau, antes de Diz garantir os pontos com um voleio bem colocado de dentro da área.
Embora o Brasil tenha sofrido três gols contra Gana, quase certamente teria perdido o jogo não fosse a atuação heroica de Nathy. A goleira fez duas defesas em lances cara a cara quando a Seleção perdia por 2 a 1, e repetiu a dose com um bloqueio espetacular para negar o gol a Priscilla Mensah nos instantes finais e preservar o ponto.
Na noite em que igualou o recorde de partidas de Deyna Castellanos em Copas do Mundo Femininas Sub-17, a jovem estrela mexicana Reyes fez de sua 12ª partida em fases finais uma noite para lembrar. A meio-campista acertou um belo chute de primeira para colocar sua seleção em vantagem sobre o Chile, e serviu Nicole Gimenez para selar a vitória por 3 a 1, que manteve vivas as esperanças da equipe no torneio.
Tingley abriu o placar na derrota do Canadá para o Brasil e repetiu o feito contra a Noruega, mas com consequências muito melhores. A atacante abriu caminho pela defesa norueguesa e driblou com calma Erla Braathen para marcar o primeiro, e ampliou a vantagem de sua seleção de pênalti. Embora seus gols tenham sido decisivos, foram sua atuação completa e sua “capacidade de fazer de tudo” que mais impressionaram a técnica Jen Herst.
Uma das muitas estrelas da RPD da Coreia até aqui, Yu chegou a quatro gols nesta fase final com dois gols espetaculares contra a Polônia, e com isso se tornou a maior artilheira da história da competição. Ela marcou o primeiro com um chute de primeira certeiro de logo dentro da área e, na sequência, chegou ao seu 12º gol em fases finais com um desvio de cabeça após escanteio, tirando o recorde da venezuelana Deyna Castellanos.
Publicado originalmente pela FIFA em 23/10/2026: Estrelas que brilharam na segunda partida de suas seleções →