
Depois de cair nas quartas de final nas três últimas edições da Copa do Mundo Feminina da FIFA™, a França tentará ir ao menos uma fase além e finalmente levantar a taça. Sua melhor campanha até hoje foi em 2011, quando terminou em quarto lugar.
Saiba mais sobre o técnico da França, a campanha nas eliminatórias rumo à Copa do Mundo Feminina da FIFA Brasil 2027™, quando o grupo, os jogos e a convocação serão confirmados, e a história da seleção no torneio.
A França terminou em primeiro lugar no seu grupo da Liga A da Liga das Nações Feminina da UEFA, à frente de Holanda, República da Irlanda e Polônia. Foram quatro vitórias, um empate e uma derrota em seis jogos, o que garantiu a participação na sua sexta Copa do Mundo Feminina da FIFA, a quinta seguida.
Melvine Malard, do Chelsea, foi o grande destaque de Les Bleues nas eliminatórias, com quatro gols, três deles em dois jogos contra a República da Irlanda. “Foi muito difícil, mas tenho muito orgulho do time e estou muito feliz por termos nos classificado”, disse ela em junho. “Era muito importante garantir isso antes das férias.”
Marie-Antoinette Katoto, artilheira de Paris 2024, que tentará disputar sua primeira Copa do Mundo Feminina depois de ficar fora da convocação de 2019 e perder a edição de 2023 por lesão, marcou três gols nas eliminatórias, dois deles contra a Polônia.
Nas eliminatórias, o técnico Laurent Bonadei também pôde contar com pilares como Sakina Karchaoui, do Paris Saint-Germain, e Grace Geyoro, do London City Lionesses. Mas ficou sem Delphine Cascarino e Selma Bacha em boa parte da campanha por causa de lesões, e a dupla espera provar que está em condições físicas antes de Brasil 2027.
O sorteio da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027 será na sexta-feira, 11 de dezembro de 2026, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
As listas de convocadas para a Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027 serão anunciadas mais perto do início do torneio.
Laurent Bonadei assumiu o comando da seleção em agosto de 2024, poucos dias depois da saída de Hervé Renard, após a eliminação de Les Bleues nas quartas de final do Torneio Olímpico de Futebol Feminino de Paris 2024, com a derrota por 1 a 0 para o Brasil.
Nascido em Marselha, o técnico tinha sido auxiliar de Renard na seleção masculina da Arábia Saudita e depois na seleção feminina da França, após uma carreira nas categorias de base de clubes como Paris Saint-Germain e OGC Nice.
“O que mais me chama a atenção é o espírito de equipe”, disse ele depois da vitória por 1 a 0 sobre a República da Irlanda, que garantiu a vaga em Brasil 2027 mesmo com Les Bleues reduzidas a dez jogadoras. “É reconfortante ver que temos um grupo cujo espírito de equipe vem se construindo aos poucos nos últimos dois anos, com jovens jogadoras que estão aqui e começam a se adaptar às exigências do futebol de alto nível.”
— Confederação: UEFA
— Melhor Copa do Mundo: quarto lugar (2011)
— Última Copa do Mundo: Austrália e Nova Zelândia 2023 (quartas de final)
— Primeira Copa do Mundo: Estados Unidos 2003 (fase de grupos)
— Participações em Copas do Mundo: 6 (2003, 2011, 2015, 2019, 2023, 2027)
— Sequência atual de classificações seguidas: cinco
— Sede da Copa do Mundo: 2019
— Campanha geral em Copas do Mundo: J24 V13 E5 D6 GP44 GC24
Em 2003, a França disputou a primeira Copa do Mundo Feminina da sua história. Perdeu por 2 a 0 para a Noruega, campeã mundial em 1995, mas depois conquistou sua primeira vitória, 1 a 0 sobre a República da Coreia, e em seguida empatou por 1 a 1 com o Brasil.
Depois de não se classificar para o torneio de 2007, Les Bleues se recuperaram em 2011 e fizeram a melhor campanha da sua história no torneio, na Alemanha. Sob o comando de Bruno Bini, Les Tricolores venceram o Canadá por 4 a 0, uma vitória expressiva na fase de grupos, e eliminaram a Inglaterra por 4 a 3 nos pênaltis depois do empate por 1 a 1 nas quartas de final. Perderam por 3 a 1 para os Estados Unidos na semifinal e sofreram uma derrota por 2 a 1 para a Suécia na disputa do terceiro lugar, mas Wendie Renard, Laura Georges, Sonia Bompastor, Sandrine Soubeyrand, Eugénie Le Sommer e companhia saíram de cabeça erguida de um torneio que continua histórico para a França.
Desde então, a seleção nunca repetiu o feito: foram três eliminações seguidas nas quartas de final, incluindo a do torneio em casa, em 2019, duas delas nos pênaltis.
O torneio de 2003 revelou a icônica Marinette Pichon, que marcou os dois únicos gols da França na competição. A atacante encerrou a carreira com 112 jogos pela seleção e 81 gols, marca superada apenas por Eugénie Le Sommer, que fez 94 gols em 200 jogos.
A ex-jogadora do Lyon, hoje estrela do Toluca, no México, é também a maior artilheira da França na Copa do Mundo Feminina, com oito gols em 21 jogos. Em seguida vêm Marie-Laure Delie e a sempre confiável zagueira Wendie Renard, com cinco gols cada. Kadidiatou Diani marcou quatro gols em Copas do Mundo, todos no último torneio, Austrália e Nova Zelândia 2023.
A França chega a Brasil 2027 para a sexta Copa do Mundo Feminina da FIFA, a quinta seguida, tentando passar das quartas de final, onde caiu nas três últimas edições. Sob o comando de Laurent Bonadei, Melvine Malard e Marie-Antoinette Katoto foram destaques das eliminatórias, e Katoto tentará disputar sua primeira Copa. Delphine Cascarino e Selma Bacha, afastadas por lesões em boa parte da campanha, buscam provar condições físicas antes do torneio.
O sorteio será na sexta-feira, 11 de dezembro de 2026, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Foi o quarto lugar em 2011, na Alemanha, sob o comando de Bruno Bini. A seleção perdeu a semifinal para os Estados Unidos por 3 a 1 e a disputa do terceiro lugar para a Suécia por 2 a 1.
É Eugénie Le Sommer, com oito gols em 21 jogos. Em seguida vêm Marie-Laure Delie e a zagueira Wendie Renard, com cinco gols cada.
Publicado originalmente pela FIFA em 28/10/2026: França na Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027: perfil e história da seleção →