Redação GINGA36

Goleiras contam por que a posição exige uma cabeça diferente

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Cena do último episódio da 3ª temporada de Ted Lasso (So Long, Farewell), onde a equipe feminina do AFC Richmond se prepara para entrar em campo no Nelson Road, simbolizando o novo capítulo do clube liderado por Keeley Jones e Rebecca Welton.
Divulgação Apple TV

Goleiras carregam uma mentalidade própria dentro do futebol, mostrou a reportagem do The Athletic. O texto parte da goleira fictícia Katie “Boots” Quinn, personagem da série Ted Lasso que dispensa as luvas em campo, para ouvir o que goleiras reais contam sobre o peso da posição.

A ex-goleira canadense Karina LeBlanc, que também defendeu o Portland Thorns, contou à reportagem que aprendeu a deixar erros para trás depois de sofrer um gol entre as pernas contra Marta. “Isso não me define! Eu te desafio a chutar de novo”, lembrou ter pensado na hora. Para a lenda da seleção dos Estados Unidos Becky Sauerbrunn, o gol é o esporte mais individual dentro de um esporte coletivo, o que torna quem o defende um tipo diferente de atleta.

A reportagem cita ainda outras goleiras que viraram símbolos da posição, como a alemã Nadine Angerer e a norte-americana Hope Solo, a goleira com mais partidas pela seleção dos Estados Unidos, com 202 jogos. Para LeBlanc, esse reconhecimento mútuo entre quem joga no gol atravessa fronteiras, gerações e o próprio recorte de gênero do esporte.

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