
Poucos meses após se aposentar, a ex-atacante Carli Lloyd disse ao podcast de Hope Solo, em 2022, que “a cultura dentro do time foi a pior que eu já tinha visto”. Antes disso, porém, a mesma geração havia encontrado uma causa maior que as divisões internas: em março de 2016, Lloyd, Solo, Alex Morgan, Becky Sauerbrunn e Megan Rapinoe entraram com uma queixa por discriminação salarial contra a federação dos Estados Unidos, endossada por todo o elenco. Em 2019, já com outro grupo, 28 jogadoras da seleção processaram a entidade por discriminação de gênero meses antes de conquistarem aquele Mundial.
Na Inglaterra, a zagueira e capitã Leah Williamson, do Arsenal, atuou como consultora de autenticidade da nova temporada, depois de viver, segundo relatos, um vestiário dividido que a equipe superou ao conquistar a Liga dos Campeões feminina da UEFA. Antes da Eurocopa de 2025, a goleira Mary Earps se aposentou da seleção e a zagueira Millie Bright abriu mão de defender o país por esgotamento físico e mental, mas a equipe treinada por Sarina Wiegman fechou o torneio com o segundo título europeu do país.