O título do Brasileirão Feminino 2026 rendeu R$ 2 milhões ao São Paulo, premiação recorde para o campeão da competição, como informou o ge em 3 de outubro de 2026. O valor ficou R$ 200 mil acima do pago na edição passada.
O Corinthians, vice-campeão, ficou com R$ 1 milhão, contra R$ 900 mil pagos ao segundo colocado em 2025. A CBF aumentou todas as cotas em relação aos anos anteriores.
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A divisão alcança os 18 times da competição. Cada um levou R$ 720 mil pela participação, além de R$ 20 mil por jogo transmitido em rede nacional.
O São Paulo venceu a ida de virada, por 2 a 1, e acabou com a invencibilidade histórica do Corinthians em Itaquera. Na volta, no Morumbis, segurou o empate por 1 a 1 diante de 49.405 torcedores, recorde de público em partidas entre clubes brasileiros no futebol feminino.
A conquista quebrou a hegemonia corintiana na competição. As Brabas, como é chamado o time do Corinthians, buscavam o hepta consecutivo e o octa no geral.
Para o São Paulo, foi o primeiro título no atual formato. O clube tem uma taça nacional no campeonato de 1997, mas aquele modelo de disputa durou até 2001, quando foi descontinuado, e só voltou 12 anos depois.
Para São Paulo e Corinthians, a decisão vale também a próxima temporada continental: como o Brasileirão Feminino dá duas vagas para a Libertadores de 2027, os dois finalistas estão garantidos no torneio. Para o restante da competição, a mudança está nas cotas, todas maiores do que as dos anos anteriores.
R$ 2 milhões, premiação recorde para o campeão.
R$ 720 mil pela participação, mais R$ 20 mil por jogo transmitido em rede nacional.
São Paulo e Corinthians, os dois finalistas de 2026.