
Jheniffer da Silva Cordinali Gouveia, a Jheniffer, é centroavante do Tigres UANL, do México, e da Seleção Brasileira. Paulistana nascida em 6 de novembro de 2001, foi prata nos Jogos Olímpicos de Paris, em agosto de 2024, e campeã mexicana com o Tigres no Apertura 2025, com gol na final.
Ela chega ao ciclo da Copa do Mundo Feminina 2027 como uma das nove atacantes chamadas pelo técnico Arthur Elias para a FIFA Series de abril de 2026.
Foi no Corinthians que Jheniffer montou o currículo. Pelo clube, ela conquistou quatro edições do Campeonato Brasileiro Feminino, em 2021, 2022, 2023 e 2024, e três da Copa Libertadores Feminina, em 2021, 2023 e 2024. Também passou pelo Internacional e defendeu o Brasil no Mundial Sub-17 de 2018, segundo o LANCE!.
No fim de dezembro de 2024, o Corinthians anunciou nas redes sociais a saída de Jheniffer, Gabi Portilho e da lateral Yasmim, as três medalhistas de prata em Paris, informou o ge.
O ponto mais alto pelo Brasil veio nos Jogos de Paris: em 10 de agosto de 2024, a Seleção ficou com a medalha de prata no torneio olímpico, com Jheniffer no grupo. Até maio de 2025, ela somava um gol em seis partidas pela Seleção, de acordo com o LANCE!.
Naquele mês, numa entrevista coletiva antes do amistoso com o Japão na Neo Química Arena, ela falou sobre a disputa por vaga no ataque, que crescia com a volta de Marta. Disse que a concorrência sempre vai existir numa seleção de alto nível e completou: "E o Arthur preza muito por isso, não importa se é a mais velha ou mais nova, ele dá oportunidade para todas. A concorrência é muito sadia".
A transferência para o Tigres foi oficializada em 10 de janeiro de 2025. Até o fim de maio, ela já tinha oito gols em 15 partidas pelo clube, segundo o LANCE!.
O título veio no fim do ano. Na final do Apertura 2025, o Tigres empatou por 3 a 3 com o América no jogo de ida, com um dos gols marcado por Jheniffer, e venceu a volta por 1 a 0, em 23 de novembro de 2025, relatou o adn40. Foi o sétimo título do Tigres na Liga MX Femenil, o que faz dele o maior campeão da competição.
Em março de 2026, à CBF, ela explicou a escolha pelo México: "O futebol mexicano vem numa crescente muito grande, que foi o principal motivo de eu vir pra cá. É um futebol muito físico e que tem melhorado muito tecnicamente". E sobre a torcida: "Eu confesso que eles são bem apaixonados por futebol. Eles apoiam bastante e eu vejo que, conforme o ano vai passando, eles vêm acompanhando ainda mais, não só em finais e clássicos, mas em todos os jogos".
Na Data FIFA de março de 2026, a Seleção jogou no México, contra a Venezuela, em Toluca, e contra o México, na Cidade do México, e Jheniffer estava no grupo. Semanas depois, Arthur Elias a chamou para a FIFA Series, com jogos contra Coreia do Sul, Zâmbia e Canadá, de 11 a 18 de abril, na Arena Pantanal, em Cuiabá. Na lista de atacantes, ela dividia espaço com Kerolin, Ludmila, Tainá Maranhão, Dudinha, Gabi Portilho, Gio Garbelini, Aline Gomes e Marília.
Com 1,68 m, Jheniffer terá 25 anos na abertura da Copa do Mundo Feminina 2027, no Brasil.
Para a Seleção, Jheniffer é uma centroavante que já viveu final olímpica e que chega ao ciclo com título e gol em final no exterior. Para a torcedora, é uma das brasileiras que a Copa do Mundo Feminina 2027 pode trazer de volta para jogar em casa, diante do público que a viu ser campeã pelo Corinthians.
Quatro Brasileiros (2021, 2022, 2023 e 2024) e três Libertadores (2021, 2023 e 2024).
A transferência foi oficializada em 10 de janeiro de 2025. No mesmo ano, ela foi campeã do Apertura 2025, com gol no jogo de ida da final.
Nascida em 6 de novembro de 2001, ela terá 25 anos na abertura do torneio.