A CazéTV e o YouTube apresentaram em 23 de julho de 2026, na Mercado Livre Arena Pacaembu, o plano comercial para a cobertura da Copa do Mundo Feminina 2027, que o Brasil recebe em junho, informou o Meio & Mensagem. O encontro reuniu anunciantes e potenciais patrocinadores da programação do canal durante o torneio de seleções.
A prioridade de compra fica com as marcas que já são parceiras da FIFA. Depois das rodadas de negociação com elas, as oportunidades que sobrarem vão ao mercado.
Na apresentação, Bárbara Coelho, Luisinho e Fernanda Gentil detalharam os direitos do canal para o torneio. Como na Copa masculina, a CazéTV poderá exibir todos os jogos. Desta vez, porém, sem exclusividade: a Globo também comprou as 64 partidas da competição.
O pacote vendido às marcas vai além da transmissão. Inclui programação especial, com conteúdo original e ações pensadas para a Copa feminina, direito de uso de imagens com janela exclusiva nas redes sociais, entregas e ativações especiais. A CazéTV será ainda o único veículo com direito de transmitir a competição no YouTube.
Aline Moda, diretora de agências, parceiros e branding solutions do Google, explicou que o objetivo da cobertura é aproximar o público da seleção e mudar a forma como o país acompanha a competição.
“A combinação entre plataforma gratuita e cobertura próxima, interativa e pensada para as novas gerações tem um enorme potencial para apresentar novas ídolas”, disse.
O Google, dono do YouTube, e a CazéTV são parceiros em torneios da FIFA desde 2022, ano em que o canal nasceu. Desde então, exibiram juntos as duas últimas Copas do Mundo masculinas, a Copa de 2023 e o Campeonato Paulista Feminino. Christian Mutzig, sócio da LiveMode, apostou nessa bagagem para atrair anunciantes e disse que as marcas que fecharem com o canal estarão no centro das narrativas do torneio.
É a primeira vez que uma Copa do Mundo feminina acontece na América Latina. As partidas serão disputadas em oito cidades-sede: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
Para o evento, a FIFA montou um comitê de organização sob o comando de Gal Barradas, diretora-executiva de revenues & marketing. A estrutura responde pelas áreas comercial, de parcerias, promoção, branding, marketing, experiências e relações com a mídia.
No Brasil, a transmissão fica com a Globo e suas plataformas e com a CazéTV. Nos Estados Unidos e em Porto Rico, os direitos são da Netflix, que pela primeira vez comprou uma competição inteira.
Com dois compradores para os 64 jogos no Brasil, a Copa feminina chega ao mercado publicitário com mais de uma vitrine: a TV aberta da Globo e o canal gratuito no YouTube, que vende às marcas não só o jogo, mas o conteúdo em volta dele e a janela exclusiva nas redes sociais. Para quem acompanha o futebol feminino, isso significa a Copa inteira em mais de um lugar; para as marcas, uma disputa que começa pelas parceiras da FIFA.
Sim. O canal tem direito às partidas do torneio, sem exclusividade, porque a Globo também comprou os 64 jogos.
Só na CazéTV, que é o único veículo com direito de transmitir a competição na plataforma.
A Netflix, nos Estados Unidos e em Porto Rico. Foi a primeira vez que a empresa adquiriu os direitos de uma competição inteira.