Redação GINGA36

No México onde joga, Jheniffer Cordinali recebe a Seleção Feminina

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Jheniffer pelo Corinthians contra o São Bernardo, na Copa Paulista, em novembro de 2022.
Foto: Fabio Giannelli / Agência Soccer Digital / Wikimedia Commons (domínio público)

A Seleção Brasileira Feminina joga esta Data FIFA no México, e há uma jogadora do grupo que não precisa se adaptar a nada: Jheniffer Cordinali mora no país desde janeiro de 2025, quando deixou o Brasil para vestir a camisa do Tigres UANL. Convocada por Arthur Elias, a atacante recebe as companheiras em casa.

A mudança, ela conta, não foi acaso de mercado. Foi leitura de um futebol que cresce.

“O futebol mexicano vem numa crescente muito grande, que foi o principal motivo de eu vir pra cá. É um futebol muito físico e que tem melhorado muito tecnicamente. Muitas brasileiras estão vindo para cá e conseguem olhar pro futebol mexicano de outra forma, e eu fico feliz por isso também.”

No Tigres, ela virou parte do repertório da equipe — como neste gol que o clube exibiu nas redes.


O que mais a impressionou, porém, foi a arquibancada. Jheniffer descreve uma torcida que aparece no jogo comum, não só na decisão.

“Eu confesso que eles são bem apaixonados por futebol. Eles apoiam bastante e eu vejo que, conforme o ano vai passando, eles vêm acompanhando ainda mais, não só em finais e clássicos, mas em todos os jogos.”

O Brasil enfrenta a Venezuela nesta quarta-feira (4), às 18h30 de Brasília, no Centro de Treinamento da Federação Mexicana, em Toluca. No sábado (7), às 20h, encara as donas da casa no Estádio Ciudad de los Deportes, na Cidade do México — e aí Jheniffer terá pela frente o futebol que aprendeu a conhecer por dentro.

“Acredito que será um jogo muito difícil, um duelo muito físico. Será um desafio importante para nós, para crescermos e nos ajudar a conquistar nosso objetivo lá na frente.”

As declarações foram dadas à CBF.

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